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Frase do Dia.


A resposta de Deus pode não ser a que você quer, mas é a necessária para sua felicidade.

Autor: Rener Brito.

março 30, 2010

Comunhão com Deus!! Como?

Muitos se perguntam: o que devo fazer para ter comunhão com Deus?!
Creio ser esta uma perguntar muito importante, já que o desejoso em sua ignorância estar buscando sair das trevas para luz, ou seja, a verdade Cristica que conduz o homem a uma vida plena existencial e espiritual em Deus.

Você já pode ter escutado como resposta a esta perguntar, algo do tipo: faça longas horas de reza, orações e jejuns, faça coisas boas ao seu próximo der esmolas..., freqüente assiduamente a igreja.

O interessante destas respostas é que em vez de lhe fazer ter comunhão com Deus, elas lhe afastarão de Deus, lhe tornando simplesmente em uma caricatura daquilo que você deseja ser e viver em Deus. Em suma um hipócrita religioso.

A minha resposta a sua perguntar é simples, não faça nada.
A comunhão com Deus nada tem haver com o fazer e sim com o ser, se é que estar entendo.
O fazer tem que ser decorrente do ser em Cristo, fora desta compreensão é hipocrisia e religiosidade dos que estão, mas não são.

Como disse Gautama : "Faça sendo e aprenda fazendo".
Rener

37 comentários:

LUmeNA disse...

Todo o Ser Humano sente Deus, e quando não Sente, é porque a sua Consciência está endurecida.

Abraços,
LUmeNA

Rener Brito disse...

Sempre é uma alegria ler seus comentários no meu pequeno espaço.
O grande problema é o homem sentir e buscar comunhão com Ele por caminhos que só o afastarão cada vez de sua presença, como
: rituais, liturgias, mantras... Pensando que a comunhão estar no fazer que neste caso torna-se algo condicional e mecânico, em vez do ser que vem do natura da natureza da prontidão.

Abraços minha amiga LUmeNA.

Rener.

Edson Carmo disse...

José Rener,

Uma coisa precisa ser entendida: Deus o Pai instituiu o Batismo – isso é um ritual. Jesus o Filho instituiu a Santa Ceia – isso também é um ritual. O Espírito Santo inspira ao Jejum, a Meditação, a Contemplação – e isso também são rituais.

No final das contas todos são ritualistas. No entanto, o Senhor Jesus disse que conheceríamos a boa árvore pelos seus frutos – pelas obras. A faca pode ser utilizada num ritual de contar a carne e não lhe tirar o sabor – os gourmet’s e todo o pessoal da gastronomia sabe bem disso. Mas a mesma faca pode ser usada para matar – e sabe muito bem disso os criminosos, ou mesmo, a família de uma vitima de esfaqueamento. Olhe para o sexo criado por Deus e o que o homem o transformou: Adultério, homossexualismo, prostituição... O que é de fato o problema? O ritual ou o ritualista?

Qual o problema no ritual? O ritual é um símbolo, assim como as palavras também são símbolos. Deus não é uma palavra, mas Deus manifesta-se na Palavra!

Pronunciar água num pedido, não é beber a água, mas é um meio de consegui-la...

Fico triste de ver tanta partida semelhante as de futebol, essa briga sem sentido, não edificante: Ateu x Teísta; Direita x Esquerda; Branco x Negro... Tudo farinha do mesmo saco – tudo pura bobagem!

Bom post para reflexão...

Abraço do amigo,

Edson Carmo

Rener Brito disse...

Mas o que é batismo e Ceia? Se não um ritual simbólico e outro um memorial.
E o que dizer do ritual substituto, que tem como objetivo substituir o ser pelo fazer, como nestes casos:
Toda quarta ir ao culto da vitoria para ser um vitorioso, colocar todo dia pela manhã um copo com água encima da TV na hora da oração do “pastor” para se purificar, ir aos cultos na quinta e tocar em uma replica da arca, pra ser prospero, todo sábado ir as praças dar sopa aos necessitados para ser salvo.

Neste caso, a Fé que é o aio para um ser crístico, é substituído pelo fazer que se apresenta como aio para se obter o benefício da graça de Deus
Por isso o conselho para não participar da Ceia indignamente, ou seja, fazer sem ser o que o memória representa.

Abraços

Rener.

Edson Carmo disse...

Meu querido amigo de labuta, José Rener!

Muito bem, o Batismo é a simulação da morte e novo nascimento em Cristo – é um ritual, é um símbolo. A Ceia um memorial do sacrifício do Cordeiro para remissão dos pecados (catarse) – também é um ritual e um símbolo. Pergunto: “Quem tem autoridade de deixar de fazê-los sob alegação de que há pessoas que o praticam indevidamente ou com falsidade? A minha questão é: “O que tem de errado com os símbolos, os rituais, e por que eles deveriam deixar de serem praticados?”

Seria correto acabar com uma ordenança bíblica – pedi, pedi, e dar-se-vos-á – só por causa de um surto oriundo da decepção e reprovação religiosa? Será justo deixar que pessoas de boa fé fiquem sem acesso ao ritual por causa das pessoas de má fé? Responda-me: “Sob a autoridade de quem tu acabarás o culto, o ritual, o símbolo?” Quem tem poder para perscrutar o coração de quem cultua se não O Senhor? É razoável acabar com os símbolos, apenas por causa da presença do joio – a presença do joio não está prevista no Texto Sagrado? Quem conferiu à criatura, direitos de interromper com o que já está nos anais da profecia Crística?

Não posso conceber tal ideologia!

Ora, o corpo físico é a porta para o espírito. O espírito não pode interessar-se pelo mundo material – por isso foram criados os rituais.

Ritual não é para limitar-se ao físico; o corpo físico tem de transformar cada ritual em alimento espiritual. É para isso que serve o ritual: para transformar símbolos em alimento para o espírito.

Veja, tudo que é levado aos sentidos pode ser transformado em coisas espirituais. Não cabe ao homem bloquear tal oportunidade.

Você me pergunta: “E o que dizer do ritual substituto, que tem como objetivo substituir o ser pelo fazer, como nestes casos: Toda quarta ir ao culto da vitória para ser um vitorioso, colocar todo dia pela manhã um copo com água encima da TV na hora da oração do “pastor” para se purificar, ir aos cultos na quinta e tocar em uma replica da arca, pra ser prospero, todo sábado ir as praças dar sopa aos necessitados para ser salvo?”

Ao que respondo: “Eu não os julgo, não os condeno, não creio que todos estão com o maligno no coração; não creio que todos se corromperam e que eu sou o último ou o único profeta fiel”

Uma coisa eu sei, e vou lhe dizer: “a fé Crística não tem requinte de condenação, e sim de Salvação”.

Se de fato somos de Deus, então façamos alguma coisa por eles...

Muito bom este diálogo para reflexão! Manda mais...

Abraços do amigo,

Edson Carmo

LUmeNA disse...

Amigos,

Não cabe a nenhum de nós bloquear a oportunidade de transformar tudo em coisas espirituais. Só existe uma verdade, aquela que nós decidimos que seja.
Imaginemos uma teia de aranha, os seus finos fios vêm de dentro, da mesma forma nós tecemos o nosso alimento espiritual. Esse alimento é o sonho da vida dentro de uma grande teia: espiritualidade.

A única limitação, é aquela que nós mesmos nos impomos, a nós próprios.

Abraços,
LUmeNA

Edson Carmo disse...

Querida Amiga LUmeNA,

Sim, exatamente, ninguém – exceto Deus – tem o direito de bloquear a possibilidade, a oportunidade do encontro. Mas gostaria incentivá-la a uma investigação profunda.

Você disse: “Só existe uma verdade, aquela que nós decidimos que seja.”

Olhe para essa assertiva com total consciência!

A Verdade, pela própria natureza das coisas não pode ser nossa decisão. A Verdade não precisa de nós, somente a mentira depende de nós para existir. A Verdade não precisa da minha decisão para nascer, Ela É, já existe. Mas a mentira para existir precisa de mim, de você, de alguém. A mentira precisa da crença de alguém para existir. A Verdade existe independente de crença.

Olhei para a aranha e percebi que as suas teias é seu produto inato. Ela não tem escolha, não pode fazer uma outra coisa, um ninho, um casulo...

De fato, geralmente as pessoas têm se alimentado com coisas que tem o mesmo material com que se fazem os sonhos. Todavia o alimento espiritual, para ser espiritual, tem de ser de um material chamado: Despertar. O estado desperto é a Verdadeira espiritualidade.

“A única limitação, é aquela que nós mesmos nos impomos, a nós próprios.” Sim, exatamente.

Aceite um abraço vivo do amigo,

Edson Carmo

Rener Brito disse...

Neste caso ninguém tem o direito de acabar, mas de orientar a forma correta de se praticar, se não o batismo não passará de um simples banho e a ceia em uma linda noite de jantar. Para isto Jesus levantou seus ministros, para que ensinem a sua Palavra, e a fé nasça no coração, e o ser crístico esteja presente no cerimonial, e aquilo que é físico se transformara em alimento espiritual.

E que dizer dos que são praticante do ritual substituto!?
Teologicamente Deus não instituiu nenhum ritual que substituísse a fé Nele.
Mas homens com um coração cheio de ganância sim - as criaram como meio de lucrar em cima da ignorância alheia.

Se de fato somo de Deu, então devemos fazer alguma coisa por eles, disse você.

Sim, e o fazer é não julgá-los, mas conscientizá-los do engano em que estão vivendo.
Já que neste caso o ritual não passa de uma mentira e de uma barganha com Deus.
Ficaria eu calado, sendo conivente com estas mentiras e este farisaísmo atual!?
Quem diante de tudo isto se calar, nunca conheceu o Jesus que ensinava abertamente que toda religiosidade e ritualidade de sua época de nada ser via, se o homem Nele não nascesse de novo.

Teria se equivocado Jesus quando ensinava e se levantava contra as mentiras e ritualismo farisaico - que em parte eram nulos e em outra pura hipocrisia?
Teria Jesus, eu, você... julgado alguém pelo fato de ensinar o que em Deus é a verdade?
Nuca haverá alimento espiritual e novo nascimento em uma mentira de um ritual.

Falar de Jesus é falar de luz, quem nas trevas estiver e amá-la, vai se incomoda por mais que o falar seja recheado de amor.

Boa reflexão.

Abraço.

Rener.

Rener Brito disse...

Minha querida, se a verdade é fruto de uma vontade subjetiva, ela não existir.
A verdade independe da vontade e da fé, posto que, ela é.
Como disse o Edson, já a mentira depende para existir.
A teia é um produto da aranha em seu estado natural.
Mas o que dizer do homem que a muito perdeu seu estado natural – e para isto se manifestou Jesus como aio para este retorno por meio do novo nascimento.

Abraços.

Rener.

Edson Carmo disse...

O problema é que os que falam mal do ritual abandonaram o ritual por serem exatamente aquilo que condenam – aquilo que pregam contra. Ora, não tem nenhum sentido deixar os rituais quando se está praticando-os corretamente! Tem algum sentido isso? Jesus não abandonou nenhum ritual, batizou-se, batizou, orou, jejuou, meditou, adorou, foi ao templo, a sinagoga... Jesus ensinava o ritual corretamente, mas não se isolou dos que praticava os rituais de forma incorreta – Jesus estava no meio deles para transforma-los. A quem Jesus ensinaria o ritual correto se não estivesse exatamente no meio dos que incorretamente o praticava. Jesus não veio exatamente para estes? Para os perdidos? Para os doentes?

O ritual não deve ser exterminado, e concordo com você, quem o ministra tem de ensiná-lo e faze-lo corretamente. Ritual é um símbolo necessário a espiritualidade.

Tenho recebido muitos e-mails de pessoas que estão chorando, sem rumo, sem direção... Tudo resultado – segundo elas mesmas – de lideres anti-rituais, que não só falam mal do ritual, como também os eliminam no cotidiano e da rotina da congregação. Fico aqui pensando: “O que será deles? Do que prestarão conta?” Prestarão contas, eles, de liderados que não oram, que não meditam, que não adoram a Deus,

O Senhor Jesus falou algo a respeito disso, os chamou de “Guias cegos.”

Guia cego não é só aquele que pratica os rituais inadequadamente. Guia cego é também aquele que condena o ritual na cabeça do povo, que o extermina da vida do povo...

Por fim e bom registrar a prática da Igreja primitiva, que se reunia para perseverar na oração(ritual), na Doutrina dos Apóstolos(ritual) ...

O debate está ficando bom, vamos em frente!

Abraços do amigo,

Edson Carmo

Rener Brito disse...

O abandono destes cerimônias neste caso, é que Paulo deixou escrito em tessalonicenses, uma apostatar da fé.
Mas como sempre tenho colocado qualquer ritual que sejam praticados sem ser, e neste caso um ser crístico, é uma mentira e de nada serve, se não como analgésico para aliviar a dor das mazelas.

Quanto aos e-mails de pessoas que estão chorando, sem rumo e direção, por que lideres anti-rituais eliminarão certos rituais da rotina da congregação.

Este choro nada mais é do que o choro dos que estavam perdidos em um caminho, e agora irão ter a oportunidade através de você, de encontrarem O Caminho que é Jesus, onde o tudo se resume Nele, e sem Ele o tudo se resume em nada.

Os guias cegos são conhecidos, sempre estão preocupados com sua imagem, por isso: o medo de falar a verdade, por isso deixa as pessoas praticarem, fazendo e não sendo, criam rituais com a finalidade de crescimento A, B e C ou ter não fazem, mas apóia os que tal coisas praticam.

Por fim, seja o que estar fazendo, se assim não for, não passará de um hipócrita.

Vamos nós...

Abraços

Rener.

Edson Carmo disse...

Querido amigo de labuta, José Rener,

Não, eles estão chorando porque seus demônios não podem ser expulsos sem muito jejum e oração – assim como ensinou o Mestre.

Vamos em frente,

Abraço fraterno,

Edson Carmo

busquesantidade disse...

Legal este tipo de "debate", digamos assim. Jesus não veio prá destruir tradições, Ele mesmo disse isto, veio prá completá-las. Ele destruía o supérfluo, tipo lavar as mãos antes de comer, e outras bobagens, mas a essência ele deixava. Prá mim, ser humano como todos os outros, os rituais me ajudam a entrar em intimidade com o Senhor. Penso que minha mente ainda precise disto, de coisas palpáveis prá me levar ao impalpável, ao Transcendente, ao Sumo Bem, talvez isto seja imaturidade espiritual, sei lá. Só sei que estou assim hoje, amanhã só Deus sabe. rsrsrs... Pode ser que com a maturidade espiritual eu não precise de rituais, mas hoje preciso e muito. Abraço fraterno. Lourdes Dias.

Edson Carmo disse...

Querida amiga Lourdes Dias,

Também estou amando o debate, tomara que esta seja uma postagem que renda 1000 comentários.

Mas deixe eu lhe dizer uma coisa:

A vinda de Jesus, seu nascimento até sua crucificação e ressurreição, foi um ritual cumprido a risca. Deus sempre trabalhou por meio de rituais, isso porque o corpo denso precisa do ritual para levar a mensagem ao corpo sutil. Isso é claro, é simples!

Não há nada de errado com o ritual, o problema está no antirirualista ou no falso ritualista. Aliás, ambos são dois aspectos de um mesmo fenômeno.

Confie em Jesus, ele é o Caminho, a Verdade e a Vida...

Abraço fraternal do amigo,

Edson Carmo

Rener Brito disse...

Edson a algo de interessante nesta declaração. Que se torna em um problema, quando observado de qualquer ponto doutrinário.

Os pentecostais crêem que o poder estar na abstinência da comida e da água – jejum.
Os reformadores crêem não haver razão para jejuar, já que o poder não é ativado humanamente, e estaria tirando o poder da Graça invisível e transferindo-o para algo que facilmente viraria fetiche e paganismo.
No caso dos católicos o poder estar no rito.
Já há os que fazem uma leitura mais psicológica do texto de Jesus e entendem que Jesus só estava tentando dizer que o poder que o Jejum daria, seria o do foco e da concentração, haja vista agitação do momento com pai gritando, e agitação turba...

Vamos nós...

Abraço.

Rener.

Rener Brito disse...

busquesantidade, bom comentário, cheio de autenticidade e verdade, este é O caminho.

Obrigado por sua participação.
Abraços.

Rener.

Edson Carmo disse...

Querido amigo e companheiro de labuta, José Rener!!

Deixe-me fazer só um pequeno comentário sobre a sua assertiva inicial. Quero dizer-lhe que não confio em nada que se chame de interessante, porque somente a mente se interessa por coisas interessantes. A mente não pode se interessar pelo silêncio, pela quietude, pela espiritualidade – isso não são coisas interessantes. O interessante é uma coisa mental, não coisa espiritual. Assim, nosso diálogo se for de nível espiritual, não será interessante. O interessante não é o máximo. É somente o máximo para mente puramente racional.

Agora o nosso assunto!

Seu comentário em muito me ajuda a transmitir o que não consegues entender.

Você diz que “os pentecostais crêem que o poder estar na abstinência da comida e da água – jejum.” E Jesus foi levado ao deserto pelo Espírito... e lá jejuou 40 dias e 40 noites – Ele não era pentecostal.

Também diz que “os reformadores crêem não haver razão para jejuar, já que o poder não é ativado humanamente, e estaria tirando o poder da Graça invisível e transferindo-o para algo que facilmente viraria fetiche e paganismo.” E Jesus comia tanto que foi chamado até de glutão – Ele não era Reformador.

Também disse que para os “católicos o poder estar no rito.” E Jesus orientou para que todas as vezes que a Igreja se reunisse observasse o ritual da Santa Ceia até a Sua volta. O mesmo Jesus mandou orar, jejuar, meditar, batizar... – Ele não era Católico.

Por ventura Jesus era um partidarista? Por ventura Jesus é Pentecostal, Reformador, Católico, Ateu...?

É certo que não, porque Jesus disse: amai o próximo como a ti mesmo. E o que é amar o próximo coma a si mesmo? Amar o próximo como a si mesmo significa que o seu próximo é você mesmo e esse reconhecimento de unidade é amor.

Louvo a Deus por Ele mesmo – por Jesus. Que não veio criar um partido para implantar a discórdia e o desamor. Louvo ao Espírito Santo que me mostrou meus verdadeiros inimigos: Principados, Potestades, dominadores do ar...

Nosso dialogo está ganhando nível, vamos em frente!

Aceite um forte abraço do amigo,

Edson Carmo

LUmeNA disse...

Amigos,

Debate que levará a muitos e muitos encontros de consciências.

Edson, Jesus disse: "Amai o próximo como a ti mesmo."

Acrescento o seguinte:
A maioria das pessoas têm o conceito de amor baseando-se no carinho de uma pessoa por outra, é uma construção cultivada na mente.
O Amor é muito mais, é a herança divina em nós. Somos flhos do Amor, não está somente guardado nas profundezas da Alma.
Todos nós podemos nos reunir à volta de uma só essência, o Amor. Amar a Deus, Amar ao próximo, Amar a nós mesmos. Esta é a mais pura essência do ensinamento do Mestre.

Jesus não era Católico, mas sim Cristão. A diferença está na compreensão, em como chegar a Deus.
Como Cristã que sou, chego directamente a Deus, pois Cristo é meu único mediador. Por Cristo vejo-me como, Tendo Sido Salva, como algo completo.

Abraços,
LUmeNA

Edson Carmo disse...

Querida amiga LUmeNA,

Seu complemento é muito bem vindo!

Jesus nos disse: “amai o próximo como a ti mesmo”

Ele está falando que eu e meu próximo devemos ser um. Não somos diferentes, não viemos de terras diferentes, não recebemos sopros diferentes para nos tornarmos almas viventes... Todos nós viemos de um só Criador, e posteriormente de um único casal (Adão e Eva).

Paulo disse que a Igreja tem muitos membros, mas que todos os membros são partes de um só corpo. No corpo tem partes vivas e partes mortas. Ainda há partes honradas e partes não-honradas. O ânus está no corpo, não é tão querido, tão apreciado como os olhos, mas não é menos importante por isso. Muitos vivem sem os olhos, mas quantos vivem sem o ânus?!

Assim devemos amar os amigos e mais ainda os nossos “inimigos”, sabendo que todas as coisas que estão aí, cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.

Um bem haja!

Abraços do amigo,

Edson Carmo

Rener Brito disse...

O interessante não entra como vislumbre, espanto neste caso, mas como um aguça um estimulante para curiosidade em busca da conscientização.

Meu amigo não eu estou falando do não reconhecimento dos: pentecostal, reformadores, católicos e dos que fazem uma leitura mais psicológica acerca do Jejum, mas como eles entendem do ponto de vista doutrinário.

Neste caso não estar em questão se Deus instituiu ou não os ritos, mas como são entendidos doutrinariamente.

Ai voltamos de novo, e lhe faço um pergunta.

Como deve ser entendido este momento apresentado por você?!. “Não, eles estão chorando porque seus demônios não podem ser expulsos sem muito jejum e oração – assim como ensinou o Mestre”.

Quem expulsa os demônios?! O jejum e a oração. Como entender doutrinariamente o uso do jejum?!

Esta foi o que tentei mostrar no meu texto e não foi possivel.

Vamos nós...

Abraço.
Rener.

Rener Brito disse...

Ah, Se o mundo pensasse assim como você minha amiga lumena, as escamas do desamor nos olhos dos homens cairiam e o mundo seria outro.

Obrigado por sua participação.

Abraços.

Rener

Edson Carmo disse...

Querido amigo de labuta José Rener,

Respondendo a sua pergunta:

Uma vez os discípulos de Jesus saíram para expulsar demônios e encontraram uma casta que não puderam mandá-la embora. Então Jesus disse aos seus discípulos que eles não poderiam realizar tal feito porque lhes faltavam jejum e oração.

O povo que se encontra endemoninhado não depende inicialmente de si mesmo para ser liberto, nenhum endemoninhado foi com seus próprios pés até Jesus. Nos casos onde se encontram passagens que contam sobre esse fenômeno: ou o endemoninhado foi levado até o Mestre, ou o Mestre foi até ele - como no caso do endemoninhado Gadareno.

As pessoas estão endemoninhadas, porque seus líderes também os tão. “Como saberão se não tem quem os ensine?”

Se as ovelhas de Israel estão dispersas, sem direção, perdidas... é porque seus pastores estão apenas apascentados a si mesmos. Essa é a resposta bíblica à sua pergunta!

Concluo dizendo-lhe o seguinte: para cada fenômeno existe o antecedente. O guia é o antecedente...

Vamos dissecar toda essa questão, vamos em frente...

Um grande abraço do amigo,

Edson Carmo

LUmeNA disse...

O doutrinamento inclui a oração, o jejum e a misericórdia.

Quem pratica oração, também faz jejum?

Abraços,
LUmeNA

Edson Carmo disse...

LUmeNA

Boa pergunta! Vou deixar com que o dono do post responda primeiro a sua pergunta, depois lhe responderei – também quero saber o posicionamento dele.

Um grande abraço do amigo,

Edson Carmo

Rener Brito disse...

amigo Edson não sei se estou colocando bem as palavras, mas gostaria de insistir mais um pouco.
O que estar em questão não é se Deus instituiu o jejum ou não, se o possesso é culpa do dos guias ou não, mas o processo da solução que neste caso foi colocado por você como: “muito jejum e oração” e
que instigou as minhas perguntas.

Quem expulsa os demônios?! O jejum e a oração. Como entender doutrinariamente o uso do jejum?!

Vamos nós e o uso do jejum.

abraços.

Rener.

Edson Carmo disse...

Querido amigo de labuta, José Rener!

A resposta não é minha, não deve ser minha. A resposta é de Jesus. Ele é a Verdade!

Vamos em frente...

Abraços do amigo,

Edson Carmo

Rener Brito disse...

minha amiga Lumena, doutrinamento não existi jejum sem oração, mas existi oração sem jejum.

E com isto não estou lhe dizendo que leio o Evangelho de Cristo com intuito de criar uma lógica sistêmica e doutrinária sobre qualquer coisa.

Abraços.

Rener.

Rener Brito disse...

Já que todos nós temos o Espírito Santo e o Evangelho da Graça, já não há nada a perguntar.
Abraço velho amigo.
Rener.

Edson Carmo disse...

Abraço, querido e velho amigo!

Entendo que a contribuição foi deixada.

Edson Carmo

Rener Brito disse...

Concordo com você, e agradeço não só a você como minha amiga a lumena pela contribuição.

Abraços

Rener.

busquesantidade disse...

Tô achando tudo isto muito interessante. Penso que no nosso caso, Jesus não nos pede prá amarmos o próximo como a nós mesmos, mas amarmos como ELE nos ama. É algo que vai muito além... penso eu. O quanto nós nos sentimos e sabemos que somos amados por Deus? Esta é a medida em que amaremos nossos irmãos. A medida que nos percebemos muito amados, amamos muito e por aí vai. Se não nos sentimos amados por Ele, dificilmente amaremos o outro.
Quanto a alguns espíritos malígnos, Jesus sabe que precisamos enfraquecer a carne, fortalecer nossa força de vontade, e não contarmos somente com nossas forças humanas mas com a ajuda divina. Daí o valor e o poder do jejum e da oração. Oração: união com Deus.
Jejum: enfraquecimento da carne e de seus apetites, sejam eles quais forem. Jejum + oração = liberdade. Jesus o sábio... rsrsrs... O Amado de nossas almas. Forte abraço fraterno a todos. Lourdes Dias.

Rener Brito disse...

Desculpa a demora minha amiga, mas obrigado por sua postagem e seja bem vinda, sua contribuição também foi e é muito importante nos comentários.

Braços.

Rener.

LUmeNA disse...

Tenho uma surpresa para ti no meu espaço.

Abraços,
LUmeNA

Silvio ramos disse...

Existem dois momentos da humanidade com Deus, o primeiro haviam ordenanças e rituais o outro estava alem do véu. No primeiro sangue de bodes e novilhos derramados todos os anos santificavam, já no segundo um único sacrifício foi feito e foi suficiente para santificar de uma vez por todas.Já não ha mas motivo real para os rituais.
Existia o velho testamento antes de Cristo. E enquanto Jesus como testador da nova aliança não morresse o velho ainda teria validade. O jejum e a oração eram itens indispensáveis do velho testamento para se alcançar a santidade e sem santidade não havia poder para expulsar demônios, por isso a afirmativa de Jesus. O fato e que ele ainda estava vivo!
Essa doutrina de jejum e oração não se ouve falar em atos, e não vemos reforço dela nas cartas de paulo, pedro e joão.

Silvio ramos disse...

Os símbolos nada mas são do que figuras não exatas. E não traz nem uma experiencia real com o divino eles podem ate indicar algo mas acredito que não devemos nos apegar a eles, mesmo porque não e pecado. Quanto ao batismo e a santa ceia são rituais em memoria e em lembrança diferente dos rituais que tentam transformar as pessoas naquilo que eles não podem!

Edson Carmo disse...

Tudo que foi colocado é necessário. O homem não pode chegar a espiritualidade sem antes passar pela ritualidade. É por isso que ela foi colocada por Deus; ela é o meio, mas não o fim. O fim é Jeus e seu sacrifício - ainda assim Ele se apresenta também como meio, caminho para a Eternidade.

Muito bom!

Edson Carmo

Silvio ramos disse...

O endereço do blogger silvio ramos
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